“Downtown NOW” marca o regresso do artista plástico Angel Ihosvanny às exposições individuais em Luanda, depois de ter participado na Trienal de Luanda em 2012, com “Work in Progress”.
Neste seu mais recente trabalho, “Downtown NOW”, o artista apresentará 39 obras, na maioria, em técnica mista sobre tela e papel, e uma instalação.

Angel Ihosvanny Cisnero nasceu na Província do Móxico, em 1975. É autodidata e integra a nova geração de artistas angolanos nascida depois da independência do país.

Integrou desde o início, o movimento artístico denominado “Nacionalistas”, surgido em 1999. Este movimento continua a ser uma referência no panorama da arte contemporânea africana feita em Angola e inspirou-se em figuras maiores das artes plásticas angolanas, como Viteix, António Ole e Zan. Os “Nacionalistas” foram-se afirmando também na diáspora, como é o caso de Ihosvanny, Yonamine, Marco Kabenda e Kilwanji Kia Henda.

Ihosvanny iniciou as suas primeiras experiências artísticas em Cuba, onde viveu alguns anos. Foi também aí que fez as primeiras exposições. Ganhou maior notoriedade com a participação na Trienal de Luanda em 2007. Atualmente, divide o seu tempo e o seu trabalho entre Barcelona e Luanda.

A pintura e videoarte são as suas principais linguagens artísticas. A sua série de vídeo “Noise”, que aborda a temática do consumismo que caracteriza o atual mundo globalizado, teve um considerável impacto, não só em países africanos, como na Europa e Brasil. Em Downtown NOW, Ihosvanny regressa ao tema das grandes concentrações urbanas, neste caso de Luanda. Em 2010, na sua primeira exposição individual em Portugal “NOISE”, o artista já tinha abordado o mesmo tema, focando-se no ruído que caracteriza a cidade.

No seu percurso conta com mais de uma dezena de exposições (individuais e coletivas) apresentadas em Angola, Portugal, Espanha, Brasil, Itália, Uganda, EUA, França. Marcou presença na Bienal de Veneza em 2007, na Trienal de Luanda de 2007 e de 2010. Participou em diversas residências artísticas, em Angola, Portugal e S. Tomé e Príncipe.

Os seus trabalhos constam das coleções de Sindika Dokolo, da Fundação Ellipse em Lisboa e da “Works held in private collections in Angola, Portugal and England”

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